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sexta-feira, 20 de janeiro de 2017

RELATO DO MEU PARTO – A COMPREENSÃO DA DOR DE PARTO - PARTE I.


RELATO DO MEU PARTO – PARTE I – A COMPREENSÃO DA DOR DE PARTO.

Este é o meu testemunho. Um testemunho cristão sobre a dor do parto.

Durante a gravidez do Samuel, meu primogênito, eu me sentia comunicativa e aberta para falar sobre a gravidez, e criei um blog onde relatei todos os pormenores que para mim eram importantes na época, pensamentos, sintomas , tudo. Cheguei a flertar com o parto normal, mas a medida que a barriga crescia, e todos me pressionavam sobre o tamanho do Sam, e eu com meu pânico de dor, me sentindo fraca e incapaz de passar pelo parto, optei por uma cesárea eletiva. Infelizmente a médica não fez esforço algum para me incentivar a pelo menos esperar as dores do parto, ou seja, a esperar o Sam avisar que estava pronto para nascer. E foi assim que meu primeiro filho nasceu no dia que a médica escolheu, de acordo com a agenda dela e com 38 semanas e 3 dias.
Na época, foi uma cesárea rápida e tranqüila, eu tenho uma ótima cicatrização e elasticidade da pele, então voltou rápido o meu corpo ao normal e a cicatriz hoje é praticamente invisível. Não tive dores na recuperação, como ouço relatos por aí. A única dor que senti mesmo foi na cirurgia  para pegar a veia no braço , já a anestesia na coluna não senti nada. E por um momento quase apaguei totalmente, pois minha pressão baixou.  No entanto, mesmo na época que fiz a cirurgia eu não havia pesquisado nada sobre a cesárea. Eu tinha medo da cirurgia, sabia que era uma cirurgia de grande porte com muitos riscos, mas o medo de sentir qualquer tipo de dor era maior do que de fazer esta cirurgia.
E como cada experiência de nossa vida, nos ensina algo, e cada filho vem como instrumento de transformação , nos ensinando e nos moldando a sermos melhores filhos para Deus, eu , então, me senti totalmente diferente nesta segunda gravidez. Estive muito mais introspectiva e menos sociável. Busquei muito mais a presença de Deus para aprender, e não só para agradecer como na primeira gravidez. Eu queria entender o que Deus queria me ensinar com este segundo filho, e coloquei-me diante de Deus como serva e aprendiz, aguardando o que Ele havia preparado para mim.
A gravidez começou, e eu enjoei muito e isto me desanimou a fazer o pré-natal. Eu não tinha médica ainda, e pelo plano marquei qualquer uma que pudesse me atender. Minha intenção era apenas pegar o papel para fazer ultrassom e exames e ver se estava tudo bem. Ao mesmo tempo orava para Deus prover um médico que me levasse para o parto que Ele queria que eu fizesse. Fui desde o início orando neste sentido. Em minha oração , desta vez, eu não pedia o tipo de parto mas pedia para Deus me conduzir nos mínimos detalhes.
Em minhas orações eu colocava o meu medo da dor do parto, mas repetia as palavras de Jesus ao final dizendo “seja feita a Tua vontade e não a minha”, e pedia misericórdia para que eu obedecesse com alegria esta vontade. Eu não sei se eu tinha só medo do parto, porque minha mente era tomada pelo medo da dor, era um pânico que me fazia contorcer as pernas e comprimir os joelhos sempre que ouvia algo sobre o tema ou via algum vídeo. E quando alguém falava sobre parto normal eu sentia uma angústia no coração, um horror, uma repulsa profunda. Eu via a dor do parto como uma maldição destinada para Eva. Eu não era merecedora deste sofrimento, era o que no fundo eu estava querendo dizer para Deus. Eu tinha medo pavoroso da dor de parto. Achava injusta e tentava desviar o pensamento com frases sarcásticas, fugindo pelo humor de um tema que me assombrava. Eu não só temia a dor, eu odiava a dor do parto.
E lá estava eu, grávida novamente, e começando me angustiar. Sem médico e sem saber o que Deus queria. E se eu morresse no parto? E se eu não agüentasse a dor? E se o bebê sofresse algum trauma físico ou mental no parto e ficasse com alguma seqüela para o resto da vida? E a avalanche dos “e se” começaram a cobrir meu coração de tristeza, como uma nuvem negra que encobre um dia ensolarado, estar grávida começou a me deprimir. E eu me isolei um pouquinho mais. Eu ainda estava enjoando e me sentindo ingrata, e me sentindo velha demais para engravidar, e me sentindo com pavor da dor do parto e da cesárea, me sentindo sem alegria, sem novidade e isto durou uma semana. Para mim, não havia novidade, os hormônios me jogaram na lama e o medo da dor do parto só crescia em mim.
Quando fizemos o exame para descobrir o sexo do bebê, foi algo tão inesperado, e eu fiquei tão feliz em saber que seria outro menino que foi uma carga de animo. E assim soubemos que o Lucas estava crescendo em mim.
Voltei a procurar médico, sem êxito, e voltei a orar pelo parto. Nesta época, minha unha do pé encravou. E foi tão forte e tanta dor, que a médica receitou antibiótico para o dedo infeccionado. Lembro que uma madrugada eu bati esta unha inflamada e o coração parecia bater na ponta do pé, chorei tanto e orei para Deus justificando que seria impossível eu sentir a dor do parto se estava ali já morrendo com uma dor na ponta do pé. Eu me senti tão ridícula por chorar de dor, mas o pé latejava. Só com o gelo que o esposo trouxe, que eu consegui voltar a dormir. Recebi ajuda e dicas de amigas via whatsapp, e orações por todas as demais pequenas dores que apareceram durante a gestação e que não convém falar aqui.
E em todo o tempo, o fantasma da dor do parto crescia em mim, e se alimentava do meu medo a ponto de me tirar a alegria de estar grávida, e eu lutava contra isto em oração. Cada vez que sentia tristeza orava, se não tinha forças mandava uma mensagem para uma amiga pedindo oração.
Já com sete meses encontrei um médico voltado ao parto humanizado, o Dr. Fernando Pupin, aqui de Florianópolis, ele fez o parto de uma amiga querida anos atrás, e eu resolvi ligar para tentar consulta com ele. Consegui para a semana seguinte e convenci meu esposo para irmos lá para ver como seria. E fomos nós três. Ele nos atendeu super bem, falamos sobre a gravidez e sobre o parto, e meu esposo comentou que preferia a cesárea e eu expliquei os motivos dele (infelizmente uma prima dele havia perdido o filho no parto por negligência e violência médica, e isto marcou toda a família, uma tragédia mesmo).
 O Dr. Fernando trouxe tranquilidade e paz para o pré natal. Pediu todos os exames , fiz , e eu sempre perguntando sobre bebês grandes e parto normal, e ele me tranqüilizava dizendo que os bebês grandes nascem de parto natural sim. Para mim, já foi surpreendente que em uma simples conversa ele convenceu meu esposo de que a via de parto nós teríamos possibilidade de escolher, mas que ele pedia paciência para pelo menos aguardarmos o início do trabalho de parto. Pois aí o bebê estaria avisando que está pronto para nascer. Meu esposo achou isto justo, e concordou. Para mim já era uma pequena confirmação de que pelo menos as dores eu iria sentir desta vez.
Naquele dia eu vim para casa pensando nisto. Eu vou sentir as dores de parto. Não importa se vai ser cesárea ou vaginal, eu vou sentir as dores das contrações. Como será isto? E aí eu comecei a pesquisar.
O caminho que eu fiz foi primeiro orar. Fui na bíblia procurar o que encontrava sobre dor. Primeiro meditei em Gênesis, quando Deus fala para Eva sobre a dor do parto logo após eles pecarem. E então eu vi, algo que não tinha visto antes, que a dor não foi criada naquele momento, Deus , na verdade, a aumentou grandemente em razão do pecado, ou seja, já havia dor. O projeto inicial de Deus já considerava a dor, a dor fisiológica já fazia parte . Em uma simples leitura do versículo isto fica claro, pode espiar em qualquer versão bíblica, sempre houve a dor do parto. E que dor era esta? Eu queria saber.
Uma das coisas que eu temia , em relação a dor, era o bebê ser muito grande. Afinal, eu sou alta e meu esposo também, o bebê dificilmente seria pequeno, Sam já foi um bebê grande. E ao falar com uma amiga sobre o parto dela, que foi lindo e domiciliar, ela me disse para parar de falar sobre o tamanho do meu filho e eu na mesma hora parei.
Depois, fui na Internet pesquisar sobre anatomia feminina, sobre a dor fisiológica, a razão dela existir. O que acontece no corpo da mulher durante o trabalho de parto, quais as fases do parto, e isto me fez meditar que sentir dor faz parte da condição humana. Achei muitos vídeos em inglês, bem explicativos que me ajudaram a perceber que a vida requer dor. Esta vida mergulhada em analgesia é coisa moderna. E viver sem sentir nada, é não viver, não vale a pena.  
Neste processo, já faltava menos de dois meses para meu parto, e eu estava convencida de que sentiria esta dor e que ela fazia parte da maternidade. Neste momento, um muro se quebrou dentro de mim. Uma nuvem negra se dissipou de meu coração. Eu iria sentir dor, eu compreendia a dor. Ela não era mais um monstro sem rosto e desconhecido que me atormentava.
Entretanto, havia outra dor. No mesmo versículo de gênesis mostra que aquela dor seria aumentada grandemente. Comecei a perceber que minha reação a dor do parto, com sarcasmo e negação, era, na verdade, uma rebeldia contra a justiça de Deus. Como eu poderia achar injusto sofrer por algo que Deus decidiu? Deus , que é justo , perfeito e soberano.  Aquele grande acréscimo de dor, era a justiça de Deus que se cumpria.
A partir daí, eu entendi que havia duas dores. Uma dor do corpo e outra da alma, que somadas, nos levavam ao limite entre a vida e a morte. E que toda dor no parto faria parte da vontade de Deus se cumprindo em mim. E que não havia experiência física que pudesse se comparar a parir. A dor do parto me ligaria a Deus através de sua justiça se cumprindo em meu corpo e em minha alma. Através da compreensão desta dor, o entendimento desta bendita dor transformadora, eu comecei então a desejar em meu coração o parto natural. Eu comecei a orar a Deus, dizendo que esta era uma oportunidade de eu viver esta experiência,e eu queria viver. A medida que se aproximava o dia do parto e eu tinha mais e mais contrações de Braxton, eu comecei a orar pensando que eu não poderia viver, passar por esta vida, sem viver esta experiência. E então, comecei a orar pelo parto natural, para Deus conduzir todos os detalhes. Até aquele momento, ainda não tínhamos certeza se conseguiríamos o financiamento para o parto, o esposo ainda queria cesárea, e talvez minha mãe não estaria aqui se o bebê passasse de 40 semanas.
Enfim, eram tantas preocupações, que eu resolvi não me preocupar. Eu resolvi apenas orar e aguardar. Resolvi também me afastar de todos e  tudo que me trouxesse ansiedade. Busquei versículos diariamente para meditar sobre confiança em Deus e para manter na mente o que me trazia esperança e fé.
Eu resolvi me preparar emocionalmente para me entregar totalmente aos cuidados de Deus. Deixei para que meu esposo se preocupasse com a parte financeira, apenas continuei orando para Deus dar sabedoria para ele e  falei que até o dia do parto não queria saber nada a respeito. E quando minha mãe falou que não sabia quantos dias ia ficar e que não sabia quando poderia vir para me ajudar, eu falei que o bebê iria nascer apesar de todas as coisas, se eu conseguisse pagar a clínica ou não, se ela viesse ou não, se eu me preocupasse ou não.  E falei com paz no coração, era o que eu estava sentindo.
Desta forma, eu resolvi que não iria me preocupar. Cortei contado com várias pessoas, e pedi que me enviassem áudios com versículos bíblicos ao invés de problemas (riso) , e recebi áudios lindos que me ajudaram mais ainda a meditar na palavra de Deus. Eu não tive vergonha de mergulhar neste momento, de me entregar mente e corpo para viver esta experiência com Deus. Pedi orações e informações diretamente em grupos cristãos, e fugi de toda literatura ou debates com ideologias feministas sobre o parto.
Para mim, estava muito claro que o parto era um momento de renunciar a mim mesma, um momento de dar a vida por amor ao meu irmão (que será também meu filho), de me entregar em sacrifício. Eu não estava empoderada, mas na minha fraqueza sabia que Deus poderia me fazer forte. Eu não me sentia confiante e certa de que daria tudo certo, eu sabia que o que fosse acontecer, isto seria o certo e vontade de Deus.
Meditei na passagem bíblica do quarto homem na fornalha, e pensei que se Deus quisesse que meu parto fosse rápido ele seria, mas se ele quisesse que eu sofresse por mais horas, assim seria também para sua Glória. Eu não queria criar expectativas de um parto perfeito e entreguei meu plano de parto para Deus preencher.  E quando falo isto, não estou dizendo que me mantive ignorante aos detalhes do parto, pelo contrário, procurei saber o que seria o mais humanizado possível e orei para Deus , que se possível meu parto fosse assim, mas sempre repetindo no final , que a vontade Dele fosse feita, e não a minha. Eu não queria me sentir no controle de nada, eu queria me esvaziar de mim mesma para que o poder dele fluísse em mim. Que diminuísse eu, e Ele me guiasse.
O que mais me preocupava era o momento em que dor seria  grandemente aumentada, e eu orava a Deus que tivesse misericórdia de mim, e me ajudasse, e que Jesus passasse comigo este momento, pois com Ele eu poderia conseguir, sozinha eu não iria de jeito nenhum. Eu sabia que estava me jogando nesta experiência assim como Pedro que se lançou para caminhar no mar, e eu sabia que em algum momento durante o parto eu iria olhar para a situação e começar a afundar. E por este momento, eu também orava. Eu orava pedindo a Deus misericórdia e força para passar pelo momento de fraqueza quando a dor fosse maior.
Eu estava totalmente submissa a vontade de Deus. E orava para que ninguém, nem médico e nem hospital e nem minha família , nem meu esposo e nem eu mesma atrapalhassem a plena vontade de Deus para este parto. Minha fé, naqueles dias antes do parto, posso dizer que foi como nunca foi em nenhum outro momento de minha vida. Deus derramou sobre mim uma paz e tranquilidade, e as pessoas falavam em ansiedade e eu as exortava em amor para falar com sabedoria e orar comigo , pois eu estava me preparando espiritualmente para viver algo grandioso demais para mim.

E com esta compreensão e aceitação da dor do parto, sem ansiedades, no dia 12 de dezembro as 8:00hrs da manhã eu acordei com um jato de leite saindo de meu peito direito, e assim começou meu trabalho de parto.... (parte 2, em breve).

sábado, 19 de julho de 2014

Nasceu a Sophia!!! Llinda.

Lembra da nossa entrevista de Março com a Renata ?? E sua história linda do milagre que foi ter engravidado? 
Então hoje nasceu a SOPHIA.

Olhem que linda!



Parabéns para os pais, que DEUS ABENÇOE esta nova família!!! 

segunda-feira, 30 de junho de 2014

Lembrancinhas Maternidade Faça você mesmo!

Clique na imagem para abrir

Encontrei na Revista Artesanato (link afiliado) um material para ajudar as mamães que querem as lembrancinhas da maternidade.

Eu lembro que fiquei alguns dias pesquisando dicas para conseguir fazer as lembrancinhas e não achava nada que eu conseguisse fazer.


Eu queria muito fazer algo com as próprias mãos , achei que seria muito especial e é , com certeza mais personalizado...não tem preço o carinho e atenção que colocamos em cada peça feita por nós pensando em como vai ser nosso bebê...são lembrancinhas cheias de carinho. E quem não gosta de receber? Bom o meu problema foi que eu não consegui fazer nada sozinha.

 Se não fosse a minha irmã me ajudando não teria chego no resultado. Se eu tivesse na época encontrado dicas como neste material , com certeza teria feito minhas lembrancinhas de outra forma... (agora estou guardando esta ideia aqui para meu próximo baby...que vem quando Deus quiser) <3 font="" nbsp="">

O que você vai encontrar neste material são dicas práticas e preciosas que vão ajudar você não só a fazer as lembrancinhas da imagem acima para seu filho mas se você quiser vai poder também obter uma renda extra e ainda mais, você recebe um material bônus com DEZ tutoriais grátis :

Clique na imagem pra abrir


O Parto: como foi.

Então,seguindo a intenção de registrar tudo o que aconteceu...
A médica me ligou um dia antes para confirmar o parto:cesarea eletiva. Ela viu o último US e confirmamos que além de grandão o Samuel estava muito longe de encaixar e eu teria mais pelo menos 10 dias de gravidez. Eu já não conseguia respirar direito,caminhar,levantar da cama só com ajuda e minha bexiga estava começando a doer muito. E minha infecção urinária estava retornando (foram + - 5 durante toda a gravidez).
Assim marcamos e no dia dois de fevereiro saímos de casa eu e o papai,mais a vovó e vovô maternos.O horário marcado foi as 16h,mas ao chegar lá as 14h30 soube que seria antecipado.
Então 15h30 fui encaminhada para centro cirúrgico. Eu nunca tinha feito nenhuma cirurgia na minha vida.E a cesárea não é uma cirurgia simples, é muito séria. Então eu decidi usar minha falta de experiencia a meu favor. Entrei na sala com olhar curioso.Observando tudo.
De cara eu ja cheguei só usando uma camisola aberta atras com um roupao. Ai entrei na sala e e tiraram o meu roupao,sentei na mesa cirurgica e tirei o resto da camisola antes de deitar e uma das mulheres na sala cobriu meu peito.Não adiantou muito pois eu sabia que estava nua,e imediatamente pegaram uma veia no braço para que o anestesista pudesse administrar os medicamentos durante a cirurgia.
Neste ponto meu olhar estava muito parecido com o do Samuel quando vamos no berço para pegar ele no colo,eu queria colo mas não sabia direito o que estava acontecendo ali
O anestesista foi simpático e pediu que eu me sentasse para aplicar a anestesia. Eu fiz questão de não olhar o tamanho da agulha e confesso que não senti nem a picada,apenas um liquido quente entrando na coluna.
Assim que me deitaram eu comecei a sentir meu pé formigar e esquentar,bem suave e ele pediu que eu mexesse os dedo..Eu consegui só um,entao ele falou para eu levantar a perna e foi aí que percebi que tudo ia correr bem pois nem mesmo todo o meu pensamento positivo do mundo eu conseguiria levantar as pernas,isto me deu um alivio.Depois estenderam um tecido azul e eu não vi e nem senti nada estranho.So via o anestesista me falando o que iria acontecer,e que era para eu falar tudo o que eu sentia.Lembro que em um momento minha pressao caiu de 12 para 9 e eu falei que estava com sono e ele me medicou,aí a pressao subiu e fiquei bem.Quando o bebe estava quase saindo chamaram meu amor para acompanhar e fotografar.Ele sentou ao meu lado e depois ficou la preparado para fotografar.Entao a medica falou que eu sentiria uma pressao no estomago pois eles precisaram empurrar o bebepara baixo,empurraram tres vezes.Não senti dor apenas um peso sobre o peito. E entao ouvi a médica dizendo que o Samuel era cabeludinho.
Foi entao que eu ouvi um chorinho abafado e vozes e a enfermeira dizendo que iria mmostrar ele para a mamae,e eu pensei:é agora!
E eu vi pela primeira vez aquele rostinho meio azulado e amassadinho que iria mudar minha vida para sempre.Todos os procedimentos com a pediatra foram feitos em uma sala com vidro e o
Minutos depois trouxeram ele de novo ea enfermeira ficou ali deixando ele perto do meu rosto até que fechassem os pontos. E fomos juntos para a sala de recuperação e ficamos juntinhos também indo para o quarto até na hora de ir embora. Desde que saiu de minha barriga ele não se afastou de mim um momento se quer. As 22hrs eu levantei para tomar banho, graças a Deus não senti as dores horríveis que as pessoas dizem sentir, tive uma recuperação muito boa para o tipo de cirurgia que foi realizada. Eu usei cinta por recomendação médica.

(edição posterior continuação)
A minha mãe cuidou de mim os primeiros dias até eu tirar os pontos da cesárea e também me sentir mais confiante, porque primeiro filho é um pouco assustador.Eu sofri muito com a amamentação no início, mas lutei para que conseguisse amamentar. Meu peito sangrava junto com o leite, todo machucado. Tentei tudo o que falavam mas acabei tendo que retirar o leite e dar na mamadeira para que ele continuasse mamando no meu peito. Foi então que descobri o milagroso bico de silicone. Coloquei no peito e o SAM pegou na hora e aí voltou a mamar no peito no segundo mês de vida e usando o bico de silicone eu continuava sentindo dor mas não era tão insuportável do que sem o bico, e continuei amamentando com os bicos de silicone até ele fazer um ano e três meses...e aí ele não quis mais mamar.  :(

domingo, 11 de maio de 2014

FELIZ DIA DAS MÃES : meus obstáculos para conquistar a AMAMENTAÇÃO do meu jeito


Quando pensei o que eu gostaria que as futuras mamães lessem neste dia, lembrei que para mim o momento mais difícil após o nascimento do meu filho foi justamente a amamentação.

 Eu tive vários problemas já no primeiro dia. Ele não fazia a pega de forma incorreta, estava certa de acordo com as enfermeiras da maternidade e até das mães que observavam. 

Nos primeiros dias eu fiz tudo o que me ensinaram, todas as dicas. Eu podia ficar ao sol, usar lanolina, passar o que fosse mas na primeira mamada ele iria em uma sucção simplesmente rasgar a minha pele e o sangue ficaria ali na bochecha dele e em seus lábios. E eu iria chorar enquanto amamentava. 

O meu choro já não era mais da dor que eu estava sentindo no momento mas também de prever que mais ou menos, em uma hora e meia depois, no máximo, eu estaria de novo sentindo a mesma dor e isto ininterruptamente, 24 horas por dia. 


Lembro que naqueles dias assisti uma entrevista de uma atriz que havia passado o mesmo e ela falou que a dor que ela sentia era como ter os pés sangrando e ter que usar um sapato apertado e dar duas voltas na quadra, e enquanto estava ali com os pés sangrando você lembraria que em uma hora e meia estaria ali de novo e aí a dor aumentaria só de imaginar que iria doer de novo...e de novo...e de novo.

E comigo foi assim. 
Não foi fácil.
Meu peito não tinha bico, e não fazia o bico. 
Eu via as mães tirando o peito e amamentando seus filhos enquanto trocavam palavras sobre o tempo ou alguma amenidade e eu ali pensando que não podia ser verdade aquilo. 
Eu estava quase desistindo e meu marido me incentivava, minha mãe me incentivava, minhas amigas. Sozinha eu não teria conseguido. 

Neste momento precisei recorrer a razão. Abandonar todas as dicas e palpites e guardar só os bons conselhos. Como o email que a amiga Adriana Santos me enviou falando de muitas formas diferentes que eu deveria continuar tentando.
Eu então PAREI. RESPIREI FUNDO e pensei que meu objetivo principal era que meu filho tomasse meu leite...seja como fosse. Então até que meu peito voltasse ao normal (sem feridas), eu iria usar a bomba de leite e uma mamadeira (usei da AVENT - super indico, ela não machuca o peito) e as mamadeiras usei da Dr. Brown.
Só que isto me dava um trabalho em dobro, era tirar o leite de um peito com uma mão e com a outra dar a mamadeira ao bebê, enquanto a concha estava no outro peito, porque os dois peitos sempre vazam juntos (isto a gente só descobre quando amamenta rsrs). Então eu praticamente não dormia. Quando não estava cuidando do bebê , estava lá tirando leite para quando ele acordasse.

Lembro que em uma dessas madrugadas eu estava tão cansada que ao colocar o pote de leite na mesa ele virou e eu literalmente chorei pelo leite derramado (risos) e mais tarde lembrando do episódio eu ri de mim mesma.

Eu continuei pesquisando e foi em uma conversa com a Pediatra do Sam, que ela deu a dica do tal bico de silicone que vai no peito e ajuda a criança a mamar.
Comprei, esterilizei e resolvi testar. Meu peito estava recuperado após um mês de muito sol e pomada.

E como o Sam já estava acostumado com o bico da mamadeira, ele não teria problema em pegar o bico de silicone.
Então, eu lembro, que estava com ele no colo e olhando para meu marido e pensei "é agora", senti medo que fosse doer mas pensei que precisava tentar.

Respirei fundo e o Sam pegou de primeira e o leite foi saindo. A dor que eu sentia era bem normal, suave, como uma fisgada. Eu não acreditei. E assim, no segundo mês de vida, o Sam voltou a mamar no meu peito.
Com o passar dos meses eu tentei várias vezes tirar o bico e deixar só no peito mas eu sentia a mesma dor e aí o Sam já havia se acostumado com o bico e ele mesmo não queria mais o peito. Então eu parei de tentar. E assim, usando este bico de silicone, ele amamentou enquanto quis e isto foi até um ano e três meses.


(Nesta segunda foto dá para ver a borda do bico de silicone).

Quando voltei a amamentar eu me senti realizada. E daí se eu não tinha a mesma facilidade das outras mães? E daí se eu precisava sempre ficar esterilizando o tal bico de peito postiço (riso), eu consegui o principal que foi fazer meu filho ser amamentado com meu leite. Este era meu objetivo e do meu jeito eu consegui. 

Pra mim a amamentação  nunca foi indolor. Mesmo com a proteção eu não conseguia sentir a alegria e paz que muitas mães diziam sentir. Eu sempre tinha que respirar fundo e me concentrar e pensava em boas coisas pois queria que ele percebesse que eu estava ali, para ele, com dor ou não, mas era uma dor suportável.

Nada importava, só meu bebê e sua saúde.
E creio hoje que tudo isto foi fundamental para eu compreender um pouco mais sobre ser mãe.
Os pequenos ou grandes obstáculos que encontramos nesta jornada, vão aos poucos nos moldando.
Não importa os obstáculos, importa mesmo é o seu objetivo como mãe. O que você quer para seu filho? Naquele momento a amamentação era uma questão de sobrevivência, de saúde, de vida! E para mim isto era algo que valia a pena eu me empenhar. 

Eu queria amamentar meu filho com meu leite. Para isto precisei abrir várias exceções e deixar de lado as idealizações que eu tinha em mente, meus desejos, meus sonhos. Precisei cair na real.

Uma das exceções foi justamente uma vez por dia deixar ele mamar fórmula artificial, pois eu não produzia leite suficiente para reservar em quantidade que meu esposo conseguisse dar a mamadeira. Eu sempre conseguia tirar apenas a porção suficiente. Assim para que meu esposo desse 3 mamadeiras para ele e eu dormisse três horas seguidas a noite (e eram as únicas horas seguidas que dormi durante alguns meses) , precisei deixar que uma das mamadeiras fosse artificial.
A pediatra nos ajudou na escolha do leite mais adequado e ele se adaptou muito rápido e não demonstrou qualquer sintoma de alergia com o leite artificial (o que também me preocupava).
Durante o dia eu sempre tentava tirar um pouco mais de leite para suprir esta mamadeira que faltava mas eu só conseguia produzir um pouco menos do que a quantidade utilizada naquele dia (e isto que eu utilizava o leite das conchas) . 


E eu procurava não me cobrar neste sentido, e aceitar que o que eu fazia era de fato o melhor que podia fazer naquele momento. (Quem é mãe sabe como a culpa pode consumir uma mente não é mesmo? rsrs)

Eu fiz assim. Precisei enfrentar a situação, me adaptar, e ir em frente e ser feliz.

Porque ser mãe é assim.Há coisas que são fáceis e difíceis, momentos bons e ruins. Momentos impossíveis e momentos memoráveis, mas uma coisa é certa : tudo é importante em seu momento. 

Hoje o Sam tem três anos e três meses e lembrando daqueles dias de amamentação vejo que faria tudo de novo. Porque tudo o que eu fiz foi tão pouco perto do que vejo outras mães fazendo por seus filhos. Claro que cada pessoa tem sua própria batalha para lutar, mas eu creio que nenhuma luta é maior do que podemos suportar.


Eu não sei qual a luta que você precisará vencer como mãe, não conheço as batalhas que você precisará enfrentar, mas sei que se você se esforçar com AMOR a chance de dar certo é muito maior... pois o amor "
Tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta". 1 Coríntios 13:7


Um beijo especial para todas as mamães que acompanham o blog e que com amor vencem suas batalhas diárias.  


Estas fotos são deste pequeno post do Samuel, feito no blog dele em  em agosto de 2011.

terça-feira, 1 de abril de 2014

Entrevista de Abril: mamãe Sandra Fernandes - DIA DO AUTISMO

Este mês nós vamos entrevistar a criadora do Blog Meu Pequeno Autista - Mamãe Sandrinha 
como uma maneira especial de lembrarmos  o dia de hoje: 02 de abril  é o DIA MUNDIAL de conscientização do AUTISMO.

Então, prepare-se para se emocionar com a entrevista da Sandrinha. 

Nome Completo:  Sandra de S. Fernandes

A gravidez foi planejada? Como foi tentar e esperar por ela? E quanto tempo levou?
A gravidez foi um dos sonhos mais lindos que o Senhor me concedeu... Foi uma gravidez totalmente planejada... Sonhava com o momento que teria meu bebê nos braços, os primeiros passos, as primeiras palavras... Enfim... Tudo o que se podia esperar com a chegada do primeiro filho...

Como foi sua reação ao saber da notícia do positivo?
Foram seis meses de tentativas e nenhum resultado positivo... Até que no mês de março de dois mil e oito, depois de várias tentavas frustradas, fiz o exame de gravidez novamente... Eu já estava me preparando psicologicamente para mais um “negativo” quando peguei o resultado e lá constava “positivo”... Foi muita alegria ...

E seu marido, como contou para ele?
Na realidade eu estava na hora do almoço do meu serviço quando peguei o resultado... e parecia que os minutos não queriam passar... Foi quando liguei para o meu esposo e dei-lhe a grande notícia... Depois dessa ligação, ele ligou umas três vezes querendo confirmar, se realmente eu estava grávida... Foi um momento muito feliz para nós... E a noite saímos para comemorar mais essa vitória, mais esse presente que Deus estava nos entregando em mãos...

Quais os primeiros sintomas que você sentiu?
Antes de eu saber que eu estava grávida, senti enjoo de salgadinhos fritos, mas achei que não fosse nada mais... Já na gravidez, o que me dava enjoo era a cheiro do café...

Complete: Estar grávida foi...
Um momento super especial... Não tem como descrever com palavras essa sensação, um verdadeiro presente do Senhor para a  nossa família.

Quanto tempo depois do nascimento de seu filho, vocês receberam o diagnóstico ? E como foi?
O nascimento do João Vitor foi lindo... nasceu no dia 09 de Dezembro de 2008... um menino lindo e aparentemente saudável...cresceu como uma criança normal até o primeiro ano de vida... com meses de vida, distribuía sorrisos e começou cedo a balbuciar as primeiras palavras... Tenho registro de ouvi-lo falar “papa” (papai), mamã (mamãe) aos nove meses de vida... Mas para nossa surpresa, pouco mais de um ano parou de falar.
Foi a partir daí que comecei a perceber o problema: ele falava, interagia conosco, mas deixou de se comunicar... Os sintomas autísticos surgiram em torno do primeiro ano de vida... mas ainda com meses de vida, o João Vitor já apresentava uma certa sensibilidade auditiva. Na Igreja chorava muito ao som dos louvores de adoração a Deus. O aglomerado de pessoas também deixava-o muito irritado. Frequentemente pedia para sair. Nas festinhas constantemente ele ficava de fora do local de realização do evento – se fosse no salão, ele ficava brincando no pátio longe das pessoas... e  numa reunião familiar ao ar livre, tínhamos de levá-lo para dentro de casa para ele poder se alimentar.
Diferente das crianças, ele não gostava de ouvir histórias... os bichinhos não chamavam sua atenção... o mundo parecia não ter algum atrativo para ele. Com pouco mais de um ano de idade, ele se isolou de tal forma que não olhava mais quando o chamávamos pelo nome.
As brincadeiras pareciam repetitivas...normalmente ele passava horas enfileirando os carrinhos ou qualquer outro objeto, seguindo um critério estabelecido por ele. Era muito comum a gente alterar essa sequencia quando ele saía do cômodo e, ao retornar e perceber a mudança, ele colocava na mesma ordem seguindo o mesmo critério firmado. E quando não conseguia deixar os objetos justapostos – as bolas, por exemplo – tinha crises de frustração muito intensas... chorava muito e constantemente se agredia.
 Percebendo essa alteração no comportamento dele, tratei de procurar um especialista. Num primeiro momento, procurei uma fono, que não atentando para os sinais autísticos, sustentou - sem ao menos examiná-lo -  que o problema era a musculatura abaixo da língua e que precisaria ser corrigida mediante cirurgia quando completasse dois aninhos de idade. Pouco tempo depois, rebati essa informação tirando uma fotinho dele mostrando a língua para o papai.
Levei ao conhecimento da pediatra e sob sua orientação, levamos num otorrino que descartou a hipótese de surdez e do problema identificado por essa fono. As buscas por um diagnóstico não pararam por aí... levamos então o João Vitor, com dois anos e quatro meses ao primeiro neuro que diagnosticou o meu pequeno com autismo infantil.
Foi um momento de intensa tristeza e desespero... Mal sabíamos o que era autismo... Não sabíamos o que fazer a partir de então... O meu esposo no início não aceitou o diagnóstico e quanto mais eu lia sobre o assunto, percebia que quanto mais rápida fosse a intervenção com terapias, melhor é o prognóstico... Não só o meu esposo, mas toda família se dividiu – uns aceitavam outros não... Enfim... foi um momento de grande desgaste físico e emocional, mas foi esse o meu período de maior experiência com Deus.... passei a orar pedindo estratégias, para conseguir atingir o coração do meu pequeno autista... Comecei realizando diversas atividades com ele, e aos poucos, estamos transpondo algumas barreiras impostas pelo autismo... Hoje, eu e meu esposo estamos unidos nesse bem maior que é o nosso filho.
Como é sua rotina hoje?
Desde o diagnótico do João Vitor, venho realizando várias brincadeiras simbólicas e atividades sensoriais que auxiliem no desenvolvimento dele, muitas das quais foram postadas no Blog Meu Pequeno Autista by Mamãe Sandrinha.
Para mim, esse é o nosso momento... Acredito que as atividades artísticas proporcionam um meio de comunicação e de expressão, mesmo quando a criança com o transtorno não tem linguagem, pois a partir do momento que ela escolhe uma cor, quando apresentamos duas ou mais, ela já está se manifestando, já está se comunicando...por isso prezo tanto por esses momentos que passamos juntos.
Além das atividades realizadas em casa, o João Vitor frequenta escolinha na parte da manhã e durante a tarde, ele também participa de terapia em grupo no Capsi Infantil, de sessões com a fonoaudióloga Simone e das aulas na Sala de Multimeios com a Valquíria e com a Edna.

O que ser mãe mudou em sua vida?
Muda praticamente tudo, ainda mais em se tratando de uma criança portadora de necessidades especiais, que requer cuidados e atenção... Os nossos planos e ideologias adaptam-se a nossa realidade... Sempre imaginei que meu filho me acompanharia nas atividades que realizava na Igreja junto ao Ministério Infantil, mas até o presente momento isso não aconteceu, mas continuo sonhando com esse dia... Sei que esse dia vai chegar... Pode até demorar um pouquinho, mas vai chegar.
E mesmo diante dessas adaptações que muitas vezes nos causam certa tristeza e decepções, é muito recompensador ser mamãe de uma criança portadora de autismo... É muito gratificante vê-lo aprendendo sobre o mundo que o cerca e partilhando de pequenos grandes milagres da vida... Pequenos gestos que poderiam ser ignorados com uma criança normal (neurotípicas), passam a ser tratados por nós, mamães de crianças especiais, como grandiosas vitórias.

Você gostaria de ter mais filhos?
Nesse momento, não pensamos em ter mais filhos não... Mas como os planos de Deus não são os nossos se vier mais uma criança, ficaremos igualmente felizes e será muito bem recebido na nossa família.
Qual a mensagem que você deixa para as mães de crianças autista
A nossa jornada não é fácil... Vivemos intensamente... Choramos... rimos... reclamamos... Normal!
É como se estivéssemos numa sinuosa montanha russa de sentimentos...
Tem momentos que nos sentimos tão fortes, vibramos com cada pequena vitória de nossos filhos, mas há momentos que nos sentimos tão frágeis, diante de retrocessos e frustrações apresentados por nossos filhos, que nos sentimos como se fossemos alcançar o solo... Mas não há mal que resista e perdure por muito tempo.
E muitas vezes num simples sorriso de nossos pequenos autistas ou numa oração em cujo silencio é quebrado em meios aos nossos soluços de dor ou mesmo num ombro amigo reconfortante, buscamos forças para continuar essa jornada... pois somos assim: guerreiras, destemidas e corajosas e não vamos nos render aos obstáculos que o autismo nos impõe... Obstáculos existem para ser superados, não é mesmo?
Ontem, o autismo pode até nos fazer dar um passinho para trás, mas hoje estamos dando dois para frente e assim vamos, vivendo um dia de cada vez, e construindo uma vida de lutas e vitórias, colecionando gotas de vitórias que o Senhor Deus nos possibilita alcançar.

quinta-feira, 27 de março de 2014

Desejo da Semana ...



Vi no face, nesta página fofa do Indiretas Maternas (recomendo esta página) , e não pude deixar de compartilhar!!!

QUE TODAS AS AMIGAS tentantes alcancem seus positivos.

Beijos férteis <3 nbsp="">

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